Sobre mim

Eddie Felix, também conhecido como O Ninja Criativo, sou professor de criatividade, design thinker, entertainer, e contador de histórias.

Sou o fundador do Dojô de Criatividadea escola de criatividade mais ninja do Brasil, e Head Trainer de criatividade na Full Power Training. Estou a 14 anos trabalhando ativamente com educação e já ensinei mais de 4500 pessoas.  Sou formado em Educação Física e (quase) pós graduado em Educação Física Escolar.

Tenho formação em Design Thinking, Coaching, Liderança, Comunicação e Oratória, Filosofia Clássica, Vendas e Persuasão, Fotografia e Luthieria (tem mais algumas, mas só vou falar essas porque sou humildão).

Profissionalmente atuei em diversas áreas, já fui auxiliar financeiro, vendedor, recepcionista, ajudante de mecânico, panfleteiro, músico, roadie, luthier, fotógrafo, produtor de vídeos, e atualmente tenho orgulho de dizer que sou professor, e que contribuo com a educação de diversas pessoas.

Além disso, eu tenho também uma identidade secreta, uma vida paralela onde faço vídeos de humor e entretenimento. Nessa vida paralela sou conhecido como Shini, e o trabalho que desenvolvo pode ser visto no canal Sninja Project.

Mas o que talvez você esteja se perguntando é: “Porque criatividade?”

“Viver fazendo o que ama, e ainda ser pago por isso. Este é o meu jeito ninja de ser.”

Desde a minha adolescência eu tinha um sonho de viver fazendo algo que eu fosse apaixonado e que não me cansaria de fazer. O problema é que eu gostava de muitas coisas, e ainda gosto para falar a verdade, e ter que escolher o que fazer, e principalmente o que não fazer me impedia de viver de maneira plena e feliz.

 

Então, em 2015 tive um insight que mudou a minha vida, percebi que eu não precisava escolher, percebi que eu podia sim fazer tudo o que eu amava, e que as pessoas ainda me pagariam por isso. Desde então venho fazendo todas as coisas que pelas quais sou apaixonado.

 

No meu trabalho atual consigo ensinar as pessoas, fotografar, fazer vídeos, me divertir e divertir as pessoas, aprender e muito mais. E faço tudo com os meus valores fundamentais de respeito, criatividade, diversão, trabalho duro, determinação e persistência. Eu particularmente amo o meu trabalho. Meus clientes – amigos e discípulos – já começaram a colher os frutos.

Por que Criatividade?

Resumidamente, pode-se dizer que tudo começou em 2011, quando eu, uma pessoa que se julgava não criativo, que pensava que a criatividade era um dom que nascia com algumas pessoas (e que eu não tinha), me deparei com um livro chamado “Um toc na cuca”.

Neste livro descobri que todas as pessoas têm potencial para ser criativo, e para isso existe uma série de passos para desenvolver e melhorar a criatividade.

Segui as dicas propostas no livro, e comecei a estudar tudo o que encontrei sobre criatividade, e me apaixonei pelo assunto. Aos poucos fui percebendo que estava me tornando mais criativo.

E ao mesmo tempo em que me tornava mais criativo, comecei a estudar a importância da criatividade no mundo atual.

Fiquei maravilhado com as possibilidades que as pessoas criativas terão no futuro. E também fiquei assustado com os problemas que terão as pessoas que não são criativas.

Um mundo cada vez mais automatizados, onde robôs e computadores tiram diversos empregos diariamente das pessoas, o grande diferencial humano será (e já é) a criatividade.

Não por ser uma disciplina melhor que as outras, mas por ser algo inerente do ser humano, e, principalmente, por ser uma das coisas que nos distingue das máquinas.

Além disso, a criatividade pode servir como ferramenta para resolver problemas comuns do dia a dia, para inovar e criar oportunidades, e até mesmo para nos divertir.

E foi por isso que resolvi trabalhar com a criatividade, se eu consegui desenvolver essa habilidade, consegui reaprender a ser criativo, então, acredito que outras pessoas também conseguem.

Aproveitando então o meu histórico na educação (fui professor da rede estadual de ensino, por mais de 10 anos), resolvi ensinar o que aprendi sobre criatividade.

 

No começo não era nada sério, eram apenas dicas e conversas com amigos, e sempre que eles apresentavam algum problema, eu os ajudava a resolver com criatividade.

A coisa ficou séria mesmo em 2015, quando, já fora da escola, decidi organizar um curso estruturado de criatividade, juntando a minha experiência tanto com criatividade quanto na educação, com os meus estudos dos últimos 4 anos.

O resultado disso foi um curso muito legal onde os participantes puderam aprender muita coisa sobre criatividade, e despertar o seu potencial. Porém, faltava colocar esse aprendizado em prática, falta tirar as ideias da cabeça e colocar em ação.

As aulas ainda estavam muito próximas do modelo tradicional de ensino, que obviamente não funciona mais (se é que algum dia já funcionou). Um professor na frente passando conteúdo, e os alunos, sentados, ouvindo… NO FUCKING WAY

Embora tenha gostado do resultado do curso de uma maneira geral, não dava para me concentrar apenas em conteúdo, eu sabia que tinha que partir para um outro nível, um nível ninja de criatividade.

Desde então, o meu objetivo passou a ser criar e desenvolver incríveis experiências de aprendizagens, onde as pessoas não só tivessem acesso a um conteúdo de qualidade, mas que pudessem aprender de uma maneira única, divertida e transformadora. E, claro, um conhecimento prático e aplicável no dia a dia.

O resultado disso é o Dojô de Criatividade – uma escola (que não parece uma escola) que traz uma nova maneira de ensinar e aprender, focada na experiência e conhecimento prático, com o objetivo de transformar você em um ninja da criatividade.

Mas o que diabos é um dojô?

GOSTO

Batata Frita, action figures, cosplay, música, cinema, fotografia, vídeo, pastel, One Piece, elefantes, gatos, canetas Bic ponta fina, Youtube, artes marciais, livros, caju, uva, ninjas, samurais, video game, internet, aprender, dar aulas, contar histórias.

NÃO GOSTO

Saladas, novelas, filmes musicais, aranhas, dirigir, de ser incomodado quando estou trabalhando, apresentações chatas, finais tristes, de perder, vuvuzela, vizinhos barulhentos, cigarro, cerveja, e, principalmente, vinagre (é a minha criptonita).

Porque DOJÔ?

Sou praticante de artes marciais a mais de 20 anos, e graças a isso fui capaz de fazer vários amigos, conhecer lugares novos, descobrir e ultrapassar meus medos e limitações, participar de competições e etc.

Porém, o que sempre me chamou a atenção foi a parte filosófica das artes marciais, a ideia de se desenvolver por inteiro, e não só a parte física. Isso me deixava encantado.

Decidi que minha escola de criatividade teria esse conceito. Um local onde as pessoas viessem não só para aprender criatividade, mas para se tornarem pessoas melhores, mais felizes, mais harmoniosas, mais sábias.

E a ideia de chamar de dojô ao invés de escola vem da própria origem da palavra. Embora hoje em dia seja usada para designar o lugar onde se pratica artes marciais, originalmente, dojô era o local nos templos onde os monges iam para receber instruções e ensinamentos.

Porém, diferente de um dojô normal que é fixo e com endereço muito bem estabelecido, o Dojô de Criatividade é uma “ideia”, um conceito de espaço que pode ser transportado e aplicado a qualquer lugar. Ou seja, as aulas do Dojô de Criatividade pode acontecer em qualquer lugar – qualquer cidade, estado ou país.

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